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<title>sao pulo futebol clube </title>
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<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:16:25 +0100</pubDate>
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	<title>sao pulo futebol clube</title>
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		<description><![CDATA[<p><html><br />
<head><title>o mmaior blog do tricolor</title></head><br />
<body></p>
<p>HISTORIA</p>
<p>O São Paulo Futebol Clube nasceu da revolta e do inconformismo e se manteve vivo pela determinação; nunca foi gratuito o qualificativo "clube da fé".<br />
Em 1930, o tradicional Club Athlético Paulistano dissolveu o seu time de futebol, por não aceitar transformá-lo em profissional, movimento muito forte que estava modificando a estrutura daquele esporte, ocasionando intensa luta, com muita política, entre a Liga Amadora de Futebol e a Associação Paulista de Esportes Amadores. No entanto, um grupo de sessenta sócios resistiu à idéia do desaparecimento do futebol. Afinal, o Paulistano estava ligado ao início do esporte no Brasil. Trazido da Inglaterra, o futebol aqui era jogado pelos ingleses, funcionários da São Paulo Railway depois, Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, em seguida Fepasa e de alguns bancos.<br />
Em 1894, Charles Miller trouxe duas bolas da Inglaterra e organizou um time entre seus companheiros do São Paulo Athletic Club. Somente dez anos depois começaram a surgir times brasileiros, como o Mackenzie e o Esporte Clube Internacional.<br />
Em 1900, com a fundação do Club Athlético Paulistano, o futebol foi organizado oficialmente e se passou a disputar campeonatos. Em 1925, o Paulistano realizou uma excursão pela Europa, considerada memorável pelas muitas vitórias. Aqueles sessenta sócios inconformados se juntaram e organizaram um clube, denominado São Paulo que, se tinha dinheiro, não tinha campo nem time. Naquele momento, surgiu a possibilidade de fusão com outro clube, a Associação Atlética Palmeiras (nenhuma relação com o Palmeiras atual, remanescente do Palestra Itália), que, se não tinha dinheiro, tinha campo e time. O campo era na Chácara da Floresta, nas proximidades da Ponte Grande, junto ao rio Tietê. Era, no dizer do historiador Pereira de Souza, "um simples parque de velhas figueiras entremeadas de coqueiros, tudo como a ocultar discreto Recreio, contemplando o velho Anhembi, transportando, de bubuia, batelões conduzindo areia, lenha e tijolos".<br />
A chácara ficava entre o Clube São Bento e o C. R. Tietê, chegando-se a ela por um corredor entre os dois. O gramado era de primeira qualidade, ainda que as instalações, em geral, fossem modestas, conforme relato feito por Carlos Eduardo Toledo, o Toledinho, que acentua: "Era o campo todo cercado por arquibancadas de madeira, com os vestiários para os jogadores embaixo da arquibancada principal, coberta. Os jogos do São Paulo lotavam o campo, cabia quinze mil pessoas. A torcida era grande e entusiasmada".<br />
A Associação Atlética Palmeiras tinha, no uniforme branco, uma faixa preta horizontal. O uniforme do Paulistano era vermelho e branco, portanto, realizou-se o óbvio. Conservou-se o branco, comum aos dois, acrescentando-se o vermelho de um e o negro do outro. Nascia o Tricolor.<br />
Walter Ostrich (Oliver) foi o encarregado de desenhar o distintivo que resultou simples, com um visual limpo e moderno, um triângulo tricolor com as iniciais SPFC encimado. A reunião de fundação foi no dia 27 de janeiro de 1930, no número 28 da praça da República. Discutidos os estatutos, foi eleita a primeira diretoria, com Edgard de Souza Aranha como presidente.<br />
A curiosidade é que entre os dezoito membros do Conselho Deliberativo figurava o jornalista Júlio de Mesquita Filho, de O Estado de S. Paulo. Vários jogadores do Paulistano se inscreveram imediatamente no novo clube: Friedenreich, Joãozinho, Cassiano Passos, Barthô, Clodô, Nestor, Mário Andrada e Sérgio.<br />
Com algumas reformas, o campo da Floresta foi aberto ao público no dia 9 de março, com a realização do Torneio Início da APEA, quando o SPFC enfrentou o Ipiranga. Formiga marcou o primeiro gol do novo clube. No dia 16, no mesmo campo, era realizado o primeiro jogo do Campeonato Paulista daquele ano, tendo o São Paulo enfrentado o Ipiranga, empatando em 0 x 0.<br />
O time: Nestor, Clodô e Barthô; Boock, Zito e Alves; Luizinho, Milton e Friedenreich; Seixas e Zanuela.<br />
Como Souza Aranha era também presidente da Light & Power, as negociações para a iluminação da Floresta foram rápidas e no dia 28 de março foi realizado o primeiro jogo noturno de São Paulo. Um combinado paulista enfrentou e derrotou o Sportivo de Buenos Aires por 8 x 1.<br />
Ainda em fase de organização, com problemas técnicos e administrativos, o São Paulo terminou vice-campeão, com onze pontos perdidos e uma só derrota. Friedenreich ficou em segundo lugar na artilharia, com 26 gols. </p>
<p>Neste ano, por causa da Revolução de 1930, não aconteceu o Campeonato Brasileiro, no entanto diversos times internacionais visitaram São Paulo. O Hakoah, de Israel, venceu um combinado formado pelo Palestra e pelo São Paulo por 3 x 1. No ano seguinte, após infindáveis modificações, pois o time foi mexido quinze vezes, usando-se 22 jogadores, o São Paulo ganhou o campeonato, com sete pontos perdidos, três à frente do vice. O técnico, Rubens Salles. O clube se consolidou razoavelmente, mantendo-se bem até 1934, quando comprou uma sede luxuosa, o Trocadero, mergulhando numa dívida enorme de 190 contos de réis.<br />
Foi quando "os donos do clube", na expressão de Toledinho, decidiram uma fusão, na verdade muito mais uma entrega do São Paulo ao C. R. Tiête que absorveu a dívida e o patrimônio do clube. Nova revolta dos associados que chegaram a fundar o Grêmio Tricolor, destinado a tentar preservar o São Paulo. Inútil.<br />
Em 1935, o clube não existia mais, porém o velho inconformismo e a obstinação levaram um grupo a manter viva a idéia do São Paulo, o que significa que já existia então uma mística. Tanto que, a 4 de junho de 1935, nasceu o Clube Atlético São Paulo, na casa de Fernando Sampaio, com o apoio de 235 pessoas que assinaram a ata de fundação. Certa noite, durante uma reunião do CASP, na Liga Paulista de Futebol, na rua Xavier de Toledo, aconteceu uma enorme manifestação, com centenas de pessoas que não só pediam a volta do São Paulo, como ameaçavam ir para a rua Conselheiro Crispiniano depredar a mansão Trocadero, tida por todos como a causa da ruína do clube. A certeza da existência de que ser são-paulino era um ideal bastante arraigado sustentou a luta de um grupo que, hoje, é chamado de heróico.<br />
26 de Janeiro de 1930<br />
quando surgiu o São Paulo da Floresta<br />
04 de Junho de 1935<br />
quando surgiu o Clube Atlético São Paulo<br />
16 de Dezembro de1935<br />
quando finalmente surgiu o São Paulo F.C.<br />
Mais de uma dezena de pessoas se reuniram, quase que diariamente, em dois locais: no escritório dos Mecca, comerciantes de cereais, e num café que existia na Galeria Pirapintigui, num prédio que ficava onde hoje se localiza o Banespa. Gente como o tenente Porfírio da Paz, Frederico Menzen, os irmãos Mecca, Júlio e Manuel, monsenhor Bastos, os irmãos Toledo, João Fernandes, Granville, Tomaz Mauri, Eolo Campos, Waldemar Albien, Jaime Roso, Matos Viana, Alcides Borges, Sprovieri, Edson Fonseca, Maestre, Pereira Carneiro, Reis Neves e o professor Barros. Às 10 da noite de 16 de dezembro de 1935, após quatro horas de reunião, ressurgia, definitivamente, o São Paulo Futebol Clube, tendo, como presidente, Manuel do Carmo Mecca.<br />
No dia seguinte, Mecca e Del Debbio foram para Curitiba, em busca de jogadores, trazendo King, Segôa e José, enquanto Porfírio da Paz, diretor de esportes, buscava reforços em São Paulo. O primeiro treino foi na rua da Moóca, contra o C. A. Paulista que perdeu por 7 x 3. No dia 23 de janeiro de 1936, outro treino, contra o Palestra Itália que perdeu por 3 x 2. A estréia oficial ficou para o dia 25, aniversário da cidade, contra a Portuguesa Santista.<br />
No dia anterior, inaugurou-se a nova sede, na praça Carlos Gomes, 38. Quase não se realizou o primeiro jogo. Havia uma parada na avenida Paulista e a Secretaria de Educação tinha baixado portaria proibindo manifestações que pudessem concorrer, retirando o público. Faltava pouco para o início do jogo, quando Porfírio da Paz, desesperado, foi para a Paulista, subiu no palanque e se aproximou do doutor Cantídio Campos, o secretário. Porfírio que, a vida inteira, foi um grande relações públicas, dono de um imenso sorriso e um ar ingênuo e simplório que mascaravam enorme astúcia, conseguiu o impossível. A autorização para a abertura dos portões, escrita num papel do bloco de receitas do doutor Cantídio.<br />
Muitos consideram a data de 16 de dezembro de 1935 como a da verdadeira fundação do clube, mas Carlos Ferraz, que viu o primeiro jogo do SPFC, com 7 anos, e que mais tarde foi presidente do Conselho Consultivo, aponta um paráfrago dos estatutos de 35 que diz: "O SPFC, preservador das glórias e tradições do São Paulo da Floresta, fundado em 25 de janeiro de 1930..."<br />
No final de janeiro de 1936, o São Paulo filiou-se à Liga Paulista e foi incluído no campeonato. A imprensa começou a chamá-lo de "Júnior" ou "clube número 2", o que irritou os torcedores, até que uma campanha feita pelos dirigentes junto aos jornalistas colocou fim à questão. Após um artigo em A Gazeta Esportiva, publicado em 1937, o SPFC passou a ser chamado o "clube da fé".<br />
Em maio de 1935, um grupo de jogadores e diretores fundou o Estudantes, cujo modelo era o Estudiantes de La Plata, da Argentina. Um time que tinha bons jogadores, ótimo técnico e mais nada, nem campo. Conseguiu-se uma fusão com o C. A. Paulista que usava um campo na rua da Moóca, pertencente à cervejaria Antarctica e o novo clube passou a se chamar Estudante Paulista. Uma desastrosa excursão ao Peru e ao Chile, quando o empresário fugiu com todo o dinheiro, levou o Estudante à porta da falência. A situação foi se agravando, a tal ponto que, um dia, os jogadores, indignados, quiseram destruir a sede da Moóca, por falta de pagamento. </p>
<p>O São Paulo, por sua vez, era um clube simpático, popular e com uma grande torcida, todavia o time não tinha expressão técnica. Apesar da torcida, o quadro associativo era pequeno. Cada dia o treino era num lugar, a concentração dos jogadores era parte na casa do presidente, parte na torre da igreja da Consolação.<br />
Em 1937, os dirigentes ouviram falar de um técnico que vinha fazendo bom trabalho com equipes de periferia. Foram observá-lo. Era um homenzinho gordo e bonachão, de fala mansa. Chamava-se Vicente Ítalo Feola. Foi contratado. Dirigiu o time até 1938, voltou em 1939, foi embora, retornou em 1941, ficou até 42. Outra vez no SPFC em 1947, até 1950. Voltou em 1955 e 56, outra vez em 59, quando se despediu como uma espécie de símbolo. Foi o treinador da Seleção Brasileira em 1958.<br />
Estudante e São Paulo resolveram os seus problemas, em 1938, com uma fusão que provocou intermináveis debates internos. Como o Estudante estava em boa posição no campeonato, seus dirigentes queriam que o novo clube tivesse seu nome; são-paulinos rejeitaram a idéia. Feita a fusão, o São Paulo continuou São Paulo. Cedeu-se apenas na questão do presidente, escolhendo-se um elemento neutro, Piragibe Nogueira.<br />
Para se ter idéia, o São Paulo forneceu apenas dois jogadores para o novo time, Felipelli e Eliseu. O restante veio do Estudante: Pedroza (mais tarde, presidente do clube), Agostinho, Inocêncio, Ponzoníbio, Lisandro, Mendes, Armandinho, Araken e Paulo. Terminaram vice-campeões. 1940 e 41 foram anos de organização interna, com a criação de diversos departamentos, como o de publicidade, o feminino, o de esportes aquáticos e o de futebol amador, infantil, juvenil e universitário.<br />
Foi na festa de inauguração do Pacaembu, em 1940, que o São Paulo recebeu a denominação de "o mais querido". Quando a sua delegação, a menor de todas as participantes dos festejos, surgiu na boca do túnel, foi recebida com uma avassaladora demonstração de carinho, com toda a assistência de pé. Os problemas da sede de campo de treino foram resolvidos com um bom negócio, oferecido por um clube alemão do Canindé. Era plena Segunda Grande Guerra Mundial e a situação de alemães e italianos no Brasil, por causa do Eixo nazi-fascista, mostrava-se difícil. Clubes como o Germânia e o Palestra Itália tiveram de mudar de nome, transformando-se em Pinheiros e Palmeiras. Até o Banco Alemão sofreu intervenção.<br />
Com o Canindé, o São Paulo respirava. Não precisava mais da torre da igreja, nem dos favores do presidente. E formava-se o patrimônio. Era necessário, agora, pensar-se no time. O que se pode considerar uma brilhante jogada de marketing foi a contratação de Leônidas da Silva, o Pelé da época, apelidado o "diamante negro".<br />
O Flamengo vendeu-o por 200 contos de réis, a maior quantia paga até então, por um jogador. O alvoroço causado por Leônidas reflete-se no seu jogo de estréia: nada menos de 70.281 pessoas lotaram o Pacaembu, ainda hoje um recorde. SPFC contra Corinthians. O jogo terminou empatado, 3 x 3 e Leônidas não marcou. Marcaria depois todos os gols que o São Paulo precisava, firmando a sua legenda.<br />
Nos próximos anos começaram a chegar os craques: Sastre, Noronha, Bauer, Zezé Procópio, Luizinho, Rui, Teixeirinha. O São Paulo ganhando campeonatos em 1943, em 1945 e 46 (bicampeão). Novo bicampeonato em 1948 e 49. Ídolos e mais ídolos enlouqueciam torcedores: Mauro, Remo, Friaça, Savério.<br />
A década de 50, apesar de começar com uma crise financeira, seria memorável por uma razão. O que era um sonho - o estádio próprio - passava a ser realidade. Em 1952, Cícero Pompeu de Toledo, aconselhado por Luís Campos Aranha, procurou Laudo Natel, um hábil diretor do Bradesco, propondo-lhe que assumisse o São Paulo administrativamente, gerenciando-o como empresa. Era o embrião de uma idéia que se concretizaria plenamente na década de 90: o futebol profissional-empresa que geraria excelentes resultados; entrava-se na modernidade.<br />
Colocando em ordem as finanças, Laudo Natel viu-se contagiado com a obsessão do estádio. Encontrando o terreno ideal – o que já indicava visão de futuro – no Jardim Leonor, o clube vendeu o Canindé e comprou 68 mil metros quadrados. Conseguiu-se da prefeitura e da Construtora Aricanduva mais 90 mil metros, como doação. Na tarde de 15 de agosto de 1952, monsenhor Bastos abençoou os terrenos e foi lançada a Campanha Pró-Construção do Morumbi.<br />
Mesmo com todo dinheiro canalizado para a construção do estádio, o São Paulo conseguiu manter o nível técnico de sua equipe, ganhando os campeonatos de 1953, 1955 e o de 1957, quando contou com um admirável jogador, já com 35 anos, mas ainda com total domínio do meio-campo: o estilista Zizinho. Viria um longo período de jejum que duraria treze anos, durante os quais a diretoria viveria, comeria e dormiria com a idéia fixa de erguer o estádio. E no que era uma região em fase de loteamento, quase deserta, surgia o Morumbi, criação de Vilanova Artigas, um dos introdutores do modernismo na arquitetura brasileira.<br />
Para o desenvolvimento do projeto foram necessárias 370 pranchas de papel vegetal. Cinco meses foram consumidos nas terraplanagens e escavações, com o movimento de 340 mil metros cúbicos de terra. Canalizou-se um córrego. O volume de concreto corresponde ao equivalente à construção de 83 edifícios de dez andares. Os 280 mil sacos de cimento usados, se colocados lado a lado, cobrem a distância de São Paulo ao Rio. Foram cinqüenta mil toneladas de ferro, o que dá para circundar a Terra duas vezes e meia.<br />
Certa vez, em entrevista, Laudo Natel contou as dificuldades para a construção. Além da necessidade constante de dinheiro, havia que se contornar a oposição dentro do próprio São Paulo. Uns, condenando a localização. "Quem irá ver um jogo a tal distância? Nunca lotaremos o estádio!" Outros, preocupados com a frugalidade das verbas destinadas à equipe. "Seremos um estádio sem time." À certa altura, chegou-se a sugerir uma troca. A prefeitura ficaria com o Morumbi e o São Paulo com o Pacaembu. Apoiado por Manuel Raymundo Paes de Almeida e toda a diretoria, Laudo Natel prosseguiu a batalha, após a morte de Cícero Pompeu de Toledo.<br />
FPRIVATE "TYPE=PICT;ALT=Morumbi"<br />
Terminadas as obras, não havia um tostão de dívidas. Ainda inacabado, o Morumbi foi inaugurado a 2 de outubro de 1960, com um jogo contra o Sporting, de Lisboa, que perdeu por 1 x 0. O estádio foi terminado em 1970. Custo: 70 milhões de dólares. Os torcedores se espantaram com uma novidade (outro pioneirismo do São Paulo). Traves redondas em lugar de quadradas, tradicionais, hoje abolidas no mundo inteiro.<br />
Considerado o maior estádio particular do mundo, o Morumbi tinha capacidade para 150 mil espectadores. Curiosamente, o recorde foi batido em 25 de agosto de 1985 por 162.957 pessoas, nenhuma delas torcedoras de futebol. Era um congresso de Testemunhas de Jeová.<br />
Os títulos começaram a voltar na década de 70, chamada "de ouro". Pensava-se outra vez na equipe, contratações, as estrelas atraíam a torcida. Ídolos como Gérson, Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Terto, Valdir Peres, Forlan e técnicos como Zezé Moreira, Osvaldo Brandão, Telê Santana, Rubens Minelli (que levou o time a ser campeão brasileiro pela primeira vez).<br />
Campeão paulista em 1970 e bicampeão em 1971. Outra vez campeão em 1975. Vice da Libertadores de América em 1974 e campeão brasileiro em 1977, num jogo dramático e histórico, em Belo Horizonte, quando o médio Chicão apelidado "o xerife", só não fez chover, porque já chovia muito. Viriam os anos 80 e o embrião da modernidade em evolução.<br />
Mudavam os tempos, reciclavam-se os conceitos de profissionalismo e o São Paulo, muito atento, analisava como enfrentar situações novas. Não bastava o fanatismo, o amor à camisa, a paixão, quando diretores tiravam dinheiro do próprio bolso, assinavam promissórias em branco ou se arvoravam em líderes únicos, messias salvadores.<br />
Estas avaliações serviriam para a grande arrancada do final da década e princípios dos anos 90. Entre 80 e 90, o São Paulo participou de nada menos que dez decisões em diferentes competições. Ficou de fora de finais apenas em 1984 e 1988. Os anos 80 se iniciam com o Campeonato Paulista. Bicampeonato em 1981 (repetindo 1970/71). Ao tentar o tri, em 1982, deixou o título escapar; ficou com o vice. Outra vez finalista em 1983; outra vez vice. A contratação do técnico Cilinho proporcionou a implantação de nova mentalidade.<br />
Trabalhar com valores jovens. Buscar elementos nas equipes inferiores. Montar uma equipe e mantê-la se entrosando, indiferente aos resultados. Usar métodos racionais na organização do departamento técnico. Promoveu-se Silas e Müller e trouxeram Falcão, "o rei de Roma". Conclusão: campeão paulista em 1985, 87 e 89 e brasileiro em 1986. Estrelas como Careca, Pita, Dario Pereyra, Gilmar, Ricardo Rocha, Raí faziam os torcedores vibrarem. O time entrava nos anos 90 com Zetti, Cafu, Ronaldo, Palhinha, Válber, Cerezo. Gente de Seleção.<br />
Com os anos 90, enfim, total modernidade.<br />
O São Paulo dirigido como empresa. Um dos melhores técnicos de futebol do Brasil, Telê Santana, teve o respaldo da diretoria para empregar seus sistemas e filosofias, experimentações e inovações. Treinador exigente, Telê luta dentro e fora do campo. </p>
<p>Insurgindo-se não apenas com jogadores que não cumprem táticas ou fazem corpo mole (para Telê, não existem estrelas, sim competência), mas também vociferando contra maus juízes, cartolas, conchavos, violência e práticas antifutebolísticas. Por trás do trabalho de campo, existe a infra-estrutura que se apóia em forte tecnologia, com o uso, inclusive, da informatização. As programações são elaboradas, organogramas debatidos, os treinos computadorizados, cada jogador é longamente avaliado. Deste modo, o São Paulo conseguiu atravessar, incólume, uma intensa maratona de jogos, sendo que, em determinados períodos, entrou em campo a cada 48 horas.<br />
Conquistando, entre 1990 e 1993, mais de vinte títulos, entre os campeonatos paulista, brasileiro e Libertadores da América. Feito apoiado num trabalho de equipe que, partindo do presidente, passa por todos os departamentos e elementos, chegando ao funcionário que, aparando a grama, possibilita as condições ideais para que a bola role suavemente de pé para pé. Facilitando a coordenação em conjunto de uma equipe que, no final de 1993, derrubou o todo poderoso Milan, tido em Tóquio como o favorito, obtendo o bicampeonato mundial interclubes.</p>
<p>MORUMBI</p>
<p>A década de 50, apesar de começar com uma crise financeira, seria memorável por uma razão. O que era sonho, o estádio próprio, passava a ser realidade. Em 1952, Cícero Pompeu de Toledo procurou Laudo Natel, um hábil diretor do Bradesco, propondo-lhe que assumisse o São Paulo administrativamente. Colocando em ordem as finanças, Laudo Natel viu-se contagiado com a obsessão do estádio. Encontrado o terreno ideal, o clube vendeu o Canindé e comprou 68 mil metros quadrados no Jardim Leonor. Conseguiu-se da Prefeitura e da Construtora Aricanduva mais 90 mil metros como doação. Na tarde de 15 de Agosto de 1952, Monsenhor Bastos abençoou os terrenos e foi lançada a Campanha Pró-Construção do Morumbi.<br />
Viria então um longo período de jejum, que duraria 13 anos, durante os quais a diretoria viveria, comeria e dormiria com a idéia fixa de erguer o estádio. E onde era uma região em fase de loteamento, quase deserta, surgiria o gigante Morumbi, criação de Vilanova (um dos introdutores da arquitetura moderna brasileira). Laudo Natel precisava de dinheiro para as escavações. Foi à Antartica e vendeu a concessão para bebidas no estádio. Recebeu um título, descontou-o no Bradesco e iniciou as obras. Mandou fotografar os trabalhos e com as fotos nas mãos percorreu empresas em busca de patrocínio. A cada etapa um novo recurso. </p>
<p>Houveram muitas dificuldades durante a construção. Além da constante necessidade de dinheiro, havia que se contornar a oposição dentro do próprio São Paulo. Uns condenavam a localização. "Quem irá ver um jogo a tal distância? Nunca lotaremos o estádio!" Outras preocupadas com as poucas verbas destinadas à equipe. "Seremos um estádio sem time". Num determinado momento, uma troca foi sugerida. A prefeitura ficaria com o Morumbi e o São Paulo com o Pacaembú. Mas apoiado por toda diretoria Laudo Natel prosseguiu na batalha, após a morte de Cícero Pompeu de Toledo. Terminada a obra, não havia um tostão em dívidas.</p>
<p>O Morumbi estava pronto para a inauguração, mas ainda não tinha iluminação e placar. Henri Aidar e Antônio Nunes L. Galvão foram a Philips, viram catálogos moderníssimos. Mas, e o dinheiro? Foi quando os dois venderam a imagem do estádio, conseguindo os refletores por aluguel, por um prazo de 10 anos. A Philips colocou no estádio painéis de publicidade, em troca dos pagamentos. Ainda inacabado, inaugurou-se o Morumbi no dia 2 de outubro de 1960, com um jogo contra o Sporting de Lisboa. O São Paulo venceu por 1 x 0, gol de Peixinho (Arnaldo Poffo Garcia).<br />
O time do São Paulo: Poy, Ademar, Gildésio e Riberto; Fernando Sátiro e Vítor; Peixinho, Jonas (Paulo), Gino, Gonçalo (Cláudio) e Canhoteiro. O estádio foi terminado em 1970 com o custo de 70 milhões de dólares. No jogo da festa de inauguração total do estádio o São Paulo empatou com o Futebol Clube do Porto em 1 x 1, gols de Miruca e Vieira. O São Paulo jogou com Picasso, Édson, Jurandir, Dias e Tenente; Lourival e Gérson; Miruca (José Roberto), Toninho, Téia (Babá) e Paraná (Claudinho). Nome oficial<br />
Estádio Cícero Pompeu de Toledo<br />
Inauguração<br />
02/10/60 - São Paulo 1 - 0 Sporting de Portugal</p>
<p>25/01/1970<br />
São Paulo 1 - 1 Porto<br />
Capacidade<br />
80.000 torcedores<br />
Dimensões<br />
108x72 m<br />
Área Construída<br />
112.904 metros quadrados<br />
Neste jogo os torcedores se espantaram com mais uma novidade: traves redondas em lugar das tradicionais quadradas, hoje abolidas no mundo inteiro. Considerado o maior estádio particular do mundo, o Morumbi tem a capacidade de 150 mil pessoas. Curiosamente, o recorde de público foi batido em 25 de Agosto de 1985, por 162.957 pessoas; nenhuma delas torcedoras de futebol. Era um congresso de Testemunhas de Jeová. </p>
<p>O estádio do Morumbi é um dos poucos estádios do Brasil a possuir um setor exclusivo aos deficientes físicos. A área tem 470 metros quadrados, espaço para 92 cadeiras de rodas e 108 lugares destinados a portadores de outros tipos de deficiência. Os acompanhantes de deficientes também terão um local específico dentro do estádio. Vizinho ao "setor especial", haverá um lance de arquibancadas para 250 torcedores. A infra-estrutura do local não deverá se limitar ao lance de arquibancadas. Foi construída uma rampa de acesso junto ao portão 17 do estádio, havendo também um guichê exclusivo à compra de ingressos. Ao lado do compartimento destinado aos deficientes, dois banheiros (masculino e feminino) foram adaptados para atender as necessidades dos novos usuários.<br />
Nova iluminação<br />
Desde março de 1999, o Morumbi tem sua iluminação triplicada em relação à original. O novo sistema é diferente, moderno e mais bonito: os antigos quatro painéis com luminárias concentradas foram substituídos por uma iluminação horizontalizada nos dois lados do estádio. As quatro caixas de concreto foram trocadas por duas estruturas metálicas especiais, com 80 metros de extensão cada uma, acompanhando a curvatura do Morumbi.</p>
<p>TORCIDAS</p>
<p>INDEPENDENTE</p>
<p>A Independente nasceu das divergências de idéias e posturas entre a torcida uniformizada Tusp e alguns dos seus filiados. Tiveram muitas dificuldades mas souberam superá-las.<br />
A Garra de uma Torcida </p>
<p>Sua história começa em março de 1972. O São Paulo disputava a Taça Libertadores da América no Paraguai. Seus adversários, o Cerro Porteño e o Olímpia. Os torcedores uniformizados (TUSP), estavam animados, pois era a primeira vez que compareciam aos jogos no exterior. Os preparativos começaram muito bem. Fretaram 8 ônibus. Pagaram pela excursão, incluindo hospedagem. Na bagagem dos organizadores, muitas camisas e brindes para serem distribuídos aos simpatizantes do São Paulo. No entanto, a viagem teve o amargo sabor da derrota. O time perdeu o primeiro jogo na quarta-feira por 3 a 2, para o Cerro Porteño e a torcida, a confiança na diretoria da Tusp. "Não bastasse o time ter perdido, descobrimos que os cabeças da torcida ficariam hospedados em hotéis 4 estrelas e os demais em pensões. Para completar, ficamos sabendo que em vez deles de distribuírem os brindes e camisetas, estavam vendendo", lembra Newton Ribeiro, um dos fundadores da Independente. Foi a Gota d'água. Na volta da excursão, logo após o último jogo, no domingo (São Paulo 1x0 Olímpia), no próprio ônibus já se começou a cogitar formação de uma facção da torcida. A idéia se concretizou durante um jogo no Pacaembu quando Newton foi procurado por Ricardo Rapp, Rinaldo Cardoso e outros dois torcedores descontentes para discutirem a formação da nova torcida. Mais tarde juntaram-se a eles um grupo, de 40 jovens, que há algum tempo, estava insatisfeito com as muitas regras impostas pelo pessoal mais velho da Tusp.<br />
As dificuldades para a fundação da Independente foram muitas. A começar pelo diretor social do São Paulo, Arnaldo Ruick, que não aprovava a formação da nova torcida. "Dizia que isso era coisa de corinthiano e maloqueiro", conta José Carlos Zabeu, um dos torcedores da ala jovem. Outro problema que tiveram de superar foi a falta de um local para as reuniões. Para a primeira, emprestaram uma das salas da Esfera Tour Turismo, na Av. Ipiranga. Nesse dia grandes decisões foram tomadas e a principal foi a escolha do nome. Pensaram inicialmente em colocar o nome de animal, muito comum na época. Mas, Ricardo Rapp, inspirado nos vários movimentos de independência que estavam ocorrendo no mundo, sugeriu o nome de Independente que, que inclusive traduzia bem os ideais da torcida, "de total independência do clube". Surgiu assim, o nome "Tricolor Independente". O passo seguinte foi a definição da camisa. A eleita foi a do uniforme um, já que a Tusp usava o uniforme dois. Depois organizaram a diretoria, composta por: Newton Ribeiro, presidente; Rinaldo Cardoso Leite, vice-presidente; Ricardo Rapp, coordenador de campo e tesoureiro; Célio Perina, José Octávio Alvez Azevedo, Plínio Peloso, José Oswaldo Feitosa, sem cargos específicos. Nessa reunião ficou ainda resolvido que só usariam bandeirões bem grandes de quatro por seis metros com o nome da torcida, para chamar atenção nos estádios; e também que a torcedora símbolo seria dona Filinha, figura muito querida dos são-paulinos. A data oficial da fundação da Independente ficou sendo a de 17 de abril de 1972. Seus estatutos ficaram prontos no dia 9 de junho do mesmo ano. Para ser sócio bastava ser são-paulino, ter duas fotografias e contribuir mensalmente com Cr$20 mil, como é até hoje, mas com valor diferente.<br />
Nos Estádios </p>
<p>A luta no campo não foi menor. Tiveram de brigar por um espaço na arquibancada e no estádio, para guardar o material, e, ainda conquistar novos torcedores. O primeiro jogo ao qual a torcida compareceu oficialmente foi no dia 23 de abril de 1972, no Estádio do Pacaembú. O São Paulo jogava contra a Portuguesa de Desportos. A primeira preocupação foi o espaço a estabelecer na arquibancada, já que na época a Tusp ocupava todo o local. "Nos optamos pelo meio", explica Newton. Lugar estabelecido, partiram em busca de novos associados. "Cada torcedor que víamos com a camisa do São Paulo era convidado a se integrar à Independente. Foi desse modo que encontraram os primeiros associados. José Carlos Zabeu, Mário Luiza Marcondes (Cida), Luis Alfredo (Turiassu) entre outros. A cada jogo o processo se repetia. O trabalho era cansativo, mas o mais desgastante era não ter onde guardar o material (a sala da Av. Ipiranga só ficou emprestada por 3 meses). Dia de jogo, eram obrigados a chegar muito mais cedo aos estádios, porque tudo era feito lá mesmo com algumas horas de antecedência. "Tínhamos de cortar o bambu (conseguidos no cemitério das redondezas), confeccionar as hastes da bandeira, pois não tínhamos como transporta-las, colocar as faixas e ainda brigar pelo lugar", conta Newton. O sufoco chegou a tal ponto que resolveram procurar o conselheiro do São Paulo, Paulo Planet Buarque, para pedir um espaço no Morumbi. A reunião foi marcada com o conselheiro de obras do estádio, Antonio Numes Leme Galvão. Porém, o tema do encontro acabou sendo a própria torcida: "Eles queriam que desistíssemos. A sala foi conseguida depois de um ano de muitas idas e até lá".<br />
Paralelamente, a luta por uma sede continuava.</p>
<p>A maior dificuldade foi com os proprietários, que negavam a locação logo após saberem o motivo da procura. Enquanto isso, os encontros se realizavam na Galeria Guatapará, na rua 24 de Maio, ou no Largo do Paissandu, a céu aberto. "O País passava por uma época de muita repressão e ditadura. Sempre éramos molestados pela polícia, que não podia ver um grupinho reunido, já desconfiava tratar-se de um complô", recorda Newton. Recorreram, também, a diversas pessoas que se diziam dispostas a ajudar, mas nada conseguiram. "A solução veio do Dr. Toledo que nos cedeu uma sala de uma firma de café falida, da qual era fiel depositário, na própria Galeria Guatapará. Mais tarde conseguimos alugar a sala ao lado".<br />
Bateria - Independente até no Samba<br />
Ter a melhor bateria sempre foi o ponto de honra da torcida. A Independente hoje se constitui em um bloco carnavalesco com mais de 400 integrantes. A Independente durante os 3 primeiros anos foi pequena, tendo em média 200 associados. Porém isso não a impediu que se destacasse das demais pelas bandeiras bonitas e por sua bateria. Esta última, ponto de honra da torcida. Para isso, lançavam mão de todos os recursos, contratavam baterias e até cordões carnavalescos. A primeira a acompanhá-la foi o Fio de Ouro, do Rômulo e Remo. Depois seguiram-se a Imperador do Ipiranga, do Paulo; Os garotos da Chácara Santo Antonio e, por último, a Cabeções da Vila Prudente, que permaneceu até a formação da sua própria bateria no começo dos anos 80, criado por amigos da roda de samba no bar do Waldemar, no bairro do Imirim. Atualmente a Independente participa do desfile de carnaval de São Paulo.<br />
Caravanas - Os Salvadores da Pátria </p>
<p>A primeira caravana da Independente para Piracicaba não traz boas recordações para seus integrantes. O São Paulo disputava o Paulistão 72. A torcida alugou um ônibus mas somente 15 torcedores apareceram. Porém a segunda viagem para Araraquara, ainda durante o campeonato, foi muito importante, pois trouxe a pessoa que iria por as suas finanças em dia: Arari Guimarães. Ele chegou por meio de um anúncio publicado na Gazeta Esportiva. Um recurso para completar a lotação do ônibus que, até aquele momento estava apenas com 20 reservas. E ainda levou mais 10 pessoas para a viagem. Porém a sua revelância não se resume a isso. "Por ser uma pessoa de muita responsabilidade, nós o convidamos para ser o tesoureiro. Foi graças a ele que conseguimos tocar a torcida para frente". Segundo Newton, antes do senhor Arari, não se podia dizer que a contabilidade era perfeita. "O dinheiro arrecadado ficava no bolso e, ás vezes servia de pagamento das rodadas de cerveja do Bar Ponto Chic, no centro da cidade, o ponto de encontro da moçada". Em contrapartida, quando a Independente se encontrava em dificuldades financeiras, usávamos os próprios recursos para saldar as dívidas". Na época, o crescimento da torcida dependia diretamente do desempenho do time, de 1972 a 1974, período em que o São Paulo não ganhou campeonatos, o número de associados caiu. Para reverter o quadro, algumas pessoas iniciaram uma campanha em rádios e jornais e lançaram também o "São Paulino Amigo" (um folheto para ser distribuídos nos jogos) na tentativa de popularizar a Independente, mas o grande impulso foi dado pela própria polícia. Em protesto a proibição do uso dos instrumentos musicas no campo, Nilson confeccionou faixas com os seguintes dizeres: "Silêncio estamos jogando"; e o corneteiro passou a tocar a marcha do "Silêncio". "Foi um sucesso e todos os meio de comunicação deram destaque a notícia" informa Newton. De 200 associados chegaram a 1 mil, em um ano.<br />
A Nova Independente </p>
<p>Em agosto de 1995 ocorreu uma briga no Estádio do Pacaembu entre a Torcida do São Paulo e a torcida do Palmeiras que, infelizmente, a F.P.F. proibiu a entrada nos estádios e a Justiça, por meio do Ministério Público anos depois, fechou a entidade Torcida Tricolor Independente. Nesses meses de proibição muita coisa aconteceu na Independente e alguns diretores, fundadores e associados foram afastados por ações não dignas de pessoas que amam a Torcida. Assim, em 11 novembro de 1998, foi fundada o G.R.E.C. Tricolor Independente com novos fundadores e também uma nova diretoria, todos unidos em prol da nova agremiação que começava do zero, mas usava o respeitado nome Independente. Após a fundação, os primeiros problemas começaram a surgir. A Tricolor Independente não possuía sede, material e muito menos dinheiro em caixa.<br />
"A Retomada" e a volta aos Estádios<br />
A Independente foi a única torcida que foi “tomada” por alguns ex-diretores e associados, pois estavam insatisfeitos com a diretoria dela que era bancada pelo São Paulo e gastava dinheiros em fins particulares (assim deixando a torcida com dividas superiores a 250 mil reais e nome sujo na praça). No final de 2002, o bonde de Batata e Negão assumiu a torcida, sem dinheiro, com dívidas e sem ter um material na sede. Em pouco tempo a torcida já estaria com novos fornecedores, diversas sub-sedes e caravanas para todo mundo.<br />
A Retomada é o Terror<br />
Como maior feito desta atual diretoria, conhecida como “A Retomada”, foi a volta aos estádios paulistas com nossas faixas, camisas e bandeiras. Graças a cooperação e o trabalho junto com Ministério Público e a Policia Militar. A INDEPENDENTE pôde finalmente colocar uma faixa em um estádio de futebol em São Paulo com seu nome.</p>
<p>DRAGÕES DA REAL</p>
<p>A Dragões da Real foi fundada em 15 de junho de 1984 a partir da fusão de duas torcidas tricolores, a Dragões da Real Torcida Jovem e a Força Jovem Mais Querido, duas torcidas que tinham o mesmo ideal: apoiar sempre o São Paulo FC acima de qualquer coisa, estando ele como e onde estiver. Os primeiros jogos foram acontecendo e lá estava a Dragões da Real em todos, mostrando sempre muita garra e amor pelo São Paulo. Em 1985, veio o primeiro título paulista comemorado pela Dragões e, com isso, a torcida conquistou ainda mais força. Com apenas um ano de fundação, a Dragões já era uma das maiores torcidas do São Paulo. O espaço fôra conquistado e vieram mais dois títulos: o brasileiro em 1986 e o paulista em 1987.<br />
Em 1986, a Dragões começava a se destacar e ficar conhecida por todo o Brasil e, só naquele ano, mais de mil são-paulinos se associaram, tornando a Dragões uma da maiores torcidas organizadas do país. O auge foi a final do campeonato brasileiro contra o Guarani, quando a torcida levou quase 2.000 sócios para Campinas. Em 1987, a torcida continuou crescendo, renovou as bandeiras, faixas, instrumentos musicais e passou a possuir um patrimônio de dar inveja em muitas torcidas. As bandeiras se destacavam na arquibancada em qualquer que fosse o jogo, sempre foram as mais bonitas, a cri</p>
<p>atividade e a vontade em crescer sempre foi a "arma secreta" da Dragões.<br />
O ano de 1988 não foi dos melhores para o nosso Tricolor e os problemas começaram a surgir. O interesse dos associados pela torcida diminuiu e a entidade passou por muitos problemas, culminando com a perda da sede da Cásper Libero. Porém, no final de 1990, um pequeno grupo de associados resolveu dar a volta por cima e começar tudo da estaca zero. Uma nova diretoria foi eleita, deu-se início a um recadastramento no quadro de associados e tudo começava novamente, idéias foram lançadas e o trabalho foi iniciado.<br />
Em novembro de 1992, a Dragões adquiriu a sede da Prestes Maia, onde está até hoje. Em 1994, abrimos nosso belo bandeirão pela primeira vez nas arquibancadas do Morumbi. O nosso objetivo foi alcançado, colocamos a Dragões de volta à posição de uma das maiores torcidas do futebol paulista e, atualmente, o São Paulo FC é o único clube que pode contar com pelo menos duas torcidas realmente grandes.<br />
No início da década de 90, a torcida publicou o Jornalzinho da Dragões, cuja maior alegria foi conseguir uma Entrevista Exclusiva com Mestre Telê Santana, que de quebra ainda posou pra fotos com o boné da Dragões. </p>
<p>Em agosto de 1995, o lamentável incidente ocorrido no estádio do Pacaembu resultou em uma portaria da Federação Paulista de Futebol, que com o apoio do Ministério Público e da Polícia Militar do Estado de São Paulo, impediu a entrada de faixas, bandeiras e uniformes que identificassem as torcidas organizadas nos eventos esportivos no estado de São Paulo. Essa proibição acabou enfraquecendo todas as torcidas organizadas paulistas. Entretanto, em 1999, um grupo de abnegados associados da Dragões resolveu novamente reerguê-la. Nesta época, a torcida se identificava nos estádios paulistas com faixas e camisetas com os dizeres "Uma vida de amor ao São Paulo FC".<br />
Em 2001, outra grande alegria para a torcida: a então recém-criada Escola de Samba da Dragões da Real é campeã do carnaval paulistano na divisão de acesso logo no seu primeiro ano de desfile. Mais uma vez, os são paulinos mostraram sua força também na avenida.<br />
No novo milênio, o objetivo da torcida continua o mesmo desde que foi fundada: acompanhar o São Paulo FC onde quer que ele esteja. Não importa o estádio, não importa a distância, quando o SPFC estiver em campo, sempre vai haver uma faixa da Dragões da Real na arquibancada.</p>
<p>ESCUDO</p>
<p>O nome, as três cores e as formas do uniforme do São Paulo não nasceram por acaso. Para cada um desses símbolos, há uma história que representa a vontade dos fundadores.</p>
<p>As três cores do São Paulo foram tiradas do vermelho do Paulistano, do preto da AA das Palmeiras e o branco veio dos dois. Os formatos oficiais das camisas e do símbolo foram desenhados por Walter Ostrich, alemão simpatizante do novo clube em formação.</p>
<p>As cinco estrelas que estão estampadas junto ao símbolo do Tricolor também têm sua história.<br />
As três vermelhas, ao centro, representam o Tricampeonato Mundial Interclubes conquistado em Tóquio, no biênio 1992/93 e também no ano de 2005.<br />
As duas estrelas douradas representam os récordes mundiais e olímpicos conquistados por Adhemar Ferreira da Silva nas olimpíadas de Helsinque, em 52, e nos Jogos Panamericanos do México, em 55. </p>
<p>Hino<br />
Título: "Salve o Tricolor Paulista".<br />
Autor: Letra e música de Porphyrio da Paz, oficializado em 1942.<br />
Salve o tricolor paulista,<br />
Amado clube brasileiro<br />
Tu és forte, tu és grande<br />
Dentre os grandes, és o primeiro.<br />
Coro: Oh, Tricolor,<br />
Clube bem amado,<br />
As tuas glórias<br />
Vêm do passado.<br />
São teus guias brasileiros<br />
Que te amam ternamente,<br />
De São Paulo tens o nome<br />
Que ostentas dignamente.<br />
Coro: Oh, Tricolor...<br />
Tuas cores gloriosas<br />
Despertam amor febril<br />
Pela terra Bandeirante<br />
Honra e Glória do Brasil.<br />
Coro: Oh, Tricolor...<br />
Trazes glórias luminosas<br />
Do Paulistano imortal,<br />
Da Floresta também trazes<br />
Um brilho tradicional.<br />
Coro: Oh, Tricolor...<br />
São Paulo, clube querido,<br />
Tu tens o nosso amor,<br />
Teu nome e tuas glórias<br />
Têm honra e resplendor.<br />
Coro: Oh, Tricolor...</p>
<ul>
<li>TITULOS
</ul>
<ul>
<li>INTERNACIONAIS:<br />
</ul</p>
<ul>
<li>Mundial Interclubes: 1992, 1993, 2005.
<li>Libertadores da América: 1992, 1993, 2005.
<li>Recopa Sulamericana: 1993, 1994.
<li>Supercopa da Libertadores: 1993.<br />
Copa Conmebol: 1994.</p>
<li>Supercopa da Conmebol: 1996.
<li>Torneios no Exterior:
<li>Pequena Taça do Mundo (VEN): 1955.
<li>Troféu Jarrito (MEX): 1955.
<li>Quadrangular de Cali (COL): 1960.
<li>Pentagonal de Guadalajara (MEX): 1960.
<li>Pequena Taça do Mundo (VEN): 1963.
<li>Torneio de Firenze (ITA): 1964.
<li>Troféu Colombino (ESP): 1969.
<li>Torneio de Verão de Tampa (EUA): 1982.
<li>Quadrangular de Guadalajara (MEX): 1989.
<li>Quadrangular de Leon (MEX): 1990.
<li>Torneio da Amizade (CHI): 1990.
<li>Cidade de Barcelona (ESP): 1991.
<li>Ramón de Carranza (ESP): 1992.
<li>Teresa Herrera (ESP): 1992.
<li>Cidade de Barcelona (ESP): 1992.
<li>Cidade de Santiago (CHI): 1993.
<li>Santiago de Compostela (ESP): 1993.
<li>Troféu Jalisco (MEX): 1993.
<li>Cidade de Los Angeles (EUA): 1993.
<li>Los Angeles Soccer Cup (EUA): 1999.
<li>Quadrangular de Pachuca (MEX): 1999.
</ul>
<ul>
<li>NACIONAIS:
</ul>
<ul>
<li>Campeonato Brasileiro: 1977, 1986, 1991, 2006, 2007
<li>Torneio Rio-São Paulo: 2001.
<li>Títulos Estaduais:
<li>Campeonato Paulista: 1931, 1943, 1945, 1946, 1948, 1949, 1953, 1957, 1970. 1971, 1975, 1980, 1981, 1985, 1987, 1989, 1991, 1992, 1998, 2000, 2005.
<li>Supercampeonato Paulista: 2002.
<li>Torneios no Brasil:
<li>Torneio Nunes Freire (MA): 1976.
<li>II Copa São Paulo: 1976.
<li>Taça Governador do Estado (SP): 1980.
<li>Torneio Luis Henrique Rosas (SC): 1985.
<li>Taça Eduardo José Farah (SP): 1988.
<li>Torneio Rei Dadá (MG): 1995.
<li>Copa dos Campeões Mundiais (MS/MG): 1995.
<li>Copa dos Campeões Mundiais (MT/DF): 1996.
<li>3ª Euro América Cup (SP): 1999.
<li>1ª Copa Constantino Cury (SP): 2000.
<li>Outras Conquistas:
<li>Torneio Início Paulista: 1932, 1940, 1945.
<li>Taça dos Invictos: 1946 (23 jogos), 1972 (15 jogos), 1975 (39
<li>jogos), 2005 (16 jogos).</p>
<li>Copa dos Campeões Mundiais (MS/MG): 1995.
<li>Troféu Fair Play: 1995, 1998.
<li>Copa São Paulo de Juniores: 1993, 2000.
</ul>
<ul>
<li>DIRETORES
</ul>
<ul>
<li>Presidente: Juvenal Juvêncio
<li>Vice-Presidente: José Roberto Opice Brum
<li>Vice-Presidente Administrativo: Ricardo Haddad
<li>Vice-Presidente Social e de Esportes Amadores: Ennio Ennis Minhoto
<li>Vice-Presidente de Patrimônio: José Carlos Brandileone
<li>Vice-Presidente de Comunicações e Marketing: Eduardo Alfano Vieira
<li>Diretor Secretário-Geral: Affonso Renato Meira
<li>Diretor Jurídico: Kalil Rocha Abdalla
<li>Diretor de Planejamento e Desenvolvimento: Marcelo Figueiredo Portugal Gouvêa.
<li>Diretor de Relações Internacionais: Carlos Alberto de Mello Caboclo
<li>Diretor Administrativo: Manoel Lauro de Pontes
<li>Diretor Financeiro: Osvaldo Vieira de Abreu
<li>Diretor de Orçamento e Controle: Milton Fernandes
<li>Diretor Social: Antônio Luiz Belardo
<li>Diretor de Esportes Amadores: Antônio Donizeti Gonçalves
<li>Diretor de Campo Social: José Miguel de Andrade
<li>Diretor de Tênis: Antônio Ferreira de Andrade
<li>Diretor de Futebol Profissional: João Paulo de Jesus Lopes
<li>Diretor de Futebol Amador: Júlio Martins Moraes
<li>Diretor de Manutenção: Paulo Nascimento de Godoy
<li>Diretor de Obras: Roberto Rhormes Alves Natel
<li>Diretor de Comunicações: Jorge dos Santos Afonso
<li>Diretor de Estádio do Morumbi: Douglas Valverde
<li>Diretor de Marketing: Julio César Casares
<li>Diretor de Comunicações: Jorge dos Santos Afon
</ul>
<p></body><br />
</html>
</p>
<p><a href="http://saopaulofutebolclubenet.blogspot.com/post/2008/04/20/sao-pulo-futebol-clube#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 03:14:00 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>fake do yorgutee</title>
	<link>http://saopaulofutebolclubenet.blogspot.com/post/2008/04/20/fake-do-yorgutee</link>
	<guid>http://saopaulofutebolclubenet.blogspot.com/post/2008/04/20/fake-do-yorgutee</guid>
		<description><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"><br />
<html><br />
<head><br />
  <meta content="text/html; charset=ISO-8859-1" http-equiv="content-type"><br />
  <title>www.fakedoyorgute.com</title><br />
</head><br />
<body></p>
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td class="newMain">
<div align="center">
  <img style="width: 128px; height: 89px;" alt="" src="file:///C:/Documents%20and%20Settings/murillo.a.faga/Meus%20documentos/Minhas%20imagens/fjhagd.bmp"><br></p>
</div>
<div class="newText">
  <b class="magenta">Conecte-se</b> aos seus amigos fakes usando recados e mensagens instantâneas <br><br />
      <b class="magenta">Conheça</b> novos fakes através dos amigos fakes de seus fakes e baladas <br><br />
      <b class="magenta">Compartilhe</b> seus vídeos, fotos e paixões em um só lugar<br><br />
 <br><br />
entre no<br><br />
      <a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/murillo.a.faga/Desktop/Novo%28a%29%20Porta-arquivos/www.gooogle.com.br.html">gooogle</a>
  </div>
</td>
<td width="10">
  </td>
<td class="newGaia" valign="top" width="264">
      <script><!--</p>
<p>function gaia_onLoginSubmit() {</p>
<p>  if (window.gaiacb_onLoginSubmit) {<br />
    return gaiacb_onLoginSubmit();<br />
  } else {<br />
    return true;<br />
  }</p>
<p>}</p>
<p>function gaia_setFocus() {<br />
  var f = null;<br />
  if (document.getElementById) {<br />
    f = document.getElementById("gaia_loginform");<br />
  } else if (window.gaia_loginform) {<br />
    f = window.gaia_loginform;<br />
  }<br />
  if (f) {<br />
    if (f.Email.value == null || f.Email.value == "") {<br />
      f.Email.focus();<br />
    } else if (f.Passwd) {<br />
      f.Passwd.focus();<br />
    }<br />
  }<br />
}<br />
--></script></p>
<div id="gaia_loginbox">
<table class="form-noindent" border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" bgcolor="#e8eefa" nowrap="nowrap" valign="top">
<form id="gaia_loginform" action="https://www.google.com/accounts/ServiceLoginAuth?service=orkut" method="post" onsubmit="return(gaia_onLoginSubmit());">
<table id="gaia_table" align="center" border="0" cellpadding="1" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" align="center">
  <font size="-1"><br />
  Acesse o Fake do yorgutee com a sua<br />
  </font></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td valign="middle">
  <font size="+0"><b>conta do</b></font>
  </td>
<td valign="top">
  <img style="width: 84px; height: 25px;" alt="" src="Minhas%20imagens/gooogle.bmp"><br></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<p>                  <script type="text/javascript"><!--<br />
    function onPreCreateAccount() {</p>
<p>      return true;</p>
<p>    }</p>
<p>    function onPreLogin() {</p>
<p>      if (window["onlogin"] != null) {<br />
        return onlogin();<br />
      } else {<br />
        return true;<br />
      }</p>
<p>    }<br />
  --></script></p>
<tr>
<td colspan="2" align="center">
  </td>
</tr>
<tr>
<td nowrap="nowrap">
<div align="right">
  <span class="gaia le lbl"><br />
  E-mail:<br />
  </span>
  </div>
</td>
<td>
  <input name="continue" id="continue" value="http://www.orkut.com/RedirLogin.aspx?msg=0&page=http%3A%2F%2Fwww.orkut.com%2FHome.aspx%3Fclient%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla%3Apt-BR%3Aofficial%26hl%3Dpt-BR%26tab%3Dw0" type="hidden"><br />
  <input name="service" id="service" value="orkut" type="hidden"><br />
  <input name="rm" id="rm" value="false" type="hidden"><br />
  <input name="hl" id="hl" value="pt-BR" type="hidden"><br />
  <input name="GALX" value="5pYQT6gia7o" type="hidden"><br />
  <input name="Email" id="Email" size="18" value="" class="gaia le val" type="text">
  </td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td align="left">
  </td>
</tr>
<tr>
<td align="right">
  <span class="gaia le lbl"><br />
  Senha:<br />
  </span>
  </td>
<td>
  <input name="Passwd" id="Passwd" size="18" class="gaia le val" type="password">
  </td>
</tr>
<tr>
<td>
  </td>
<td align="left">
  </td>
</tr>
<tr>
<td align="right" valign="top">
  <input name="PersistentCookie" id="PersistentCookie" value="yes" type="checkbox"><br />
  <input name="rmShown" value="1" type="hidden">
  </td>
<td>
  <span class="gaia le rem"><br />
  Salvar as minhas informações neste computador.<br />
  </span></p>
<div style="color: rgb(102, 119, 136); margin-top: 3px; font-size: 11px;">
  Não use em computadores públicos. [<a href="http://help.orkut.com/bin/answer.py?answer=66395&hl=pt-BR">?</a>]
  </div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
  </td>
<td align="left">
  <span style="text-decoration: underline;"><a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/murillo.a.faga/Meus%20documentos/www.fake.com_ehj%20jhjhjhuf_tsts-sffh=hhd+dhh=redirecionando=www.fakedoyorgut.com=red.+irecion.+nando=google.html">ENTRAR</a></span><br></p>
</td>
</tr>
<tr id="ga-fprow">
<td colspan="2" class="gaia le fpwd" align="center" height="33" valign="bottom">
  <a href="http://www.google.com/support/accounts/bin/answer.py?answer=48598&hl=pt-BR&fpUrl=https%3A%2F%2Fwww.google.com%2Faccounts%2FForgotPasswd%3FfpOnly%3D1%26continue%3Dhttp%253A%252F%252Fwww.orkut.com%252FRedirLogin.aspx%253Fmsg%253D0%2526page%253Dhttp%25253A%25252F%25252Fwww.orkut.com%25252FHome.aspx%25253Fclient%25253Dfirefox-a%252526rls%25253Dorg.mozilla%25253Apt-BR%25253Aofficial%252526hl%25253Dpt-BR%252526tab%25253Dw0%26service%3Dorkut%26hl%3Dpt-BR" target="_top"><br />
  Não consigo acessar o link da minha conta<br />
  </a>
  </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</form>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="spacer"></div>
<div class="joinNow">
  Ainda não é membro?<br></p>
<p>  <big><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: bold;"><a href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/murillo.a.faga/Meus%20documentos/www.fakedoyorgutee.com_cadastro.1.html">ENTRE JÁ</a><br><br />
      </span></span></big></p>
<ul>
<li><big><span style="font-weight: bold;"></span><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: bold;"></span></span>AI GENTE ME ADD NO MSN</big></li>
<li><big>É MURILLO_1993@HOTMAIL.COM<br><br />
          </big></li>
</ul>
</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="newFooter"> ©2008 Gooogle - <a href="http://www.orkut.com/About.aspx">Sobre o fake do yorgute</a> - <a href="http://help.orkut.com/support/bin/answer.py?answer=48579&hl=pt-BR">Centro de segurança</a> - <a href="http://www.orkut.com/Privacy.aspx">Privacidade</a> - <a href="http://www.google.com/accounts/TOS?hl=pt-BR">Termos</a>
  </div>
<p></body><br />
</html>
</p>
<p><a href="http://saopaulofutebolclubenet.blogspot.com/post/2008/04/20/fake-do-yorgutee#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 02:55:41 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>yorgutee</title>
	<link>http://saopaulofutebolclubenet.blogspot.com/post/2008/04/20/yorgutee</link>
	<guid>http://saopaulofutebolclubenet.blogspot.com/post/2008/04/20/yorgutee</guid>
		<description><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01 Transitional//EN"><br />
<html><br />
<head><br />
  <meta content="text/html; charset=ISO-8859-1" http-equiv="content-type"><br />
  <title>www.gooogle.com.br</title><br />
</head><br />
<body></p>
<div id="gbar"><nobr><span class="gb1"><b>Web</b></span> <span class="gb1"><a href="http://images.google.com.br/imghp?client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;hl=pt-BR&amp;tab=wi">Imagens</a></span> <span class="gb1"><a href="http://news.google.com.br/nwshp?client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;hl=pt-BR&amp;tab=wn">Not&iacute;cias</a></span> <span class="gb1"><a href="http://www.orkut.com/Home.aspx?client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;hl=pt-BR&amp;tab=w0">Orkut</a></span> <span class="gb1"><a href="http://groups.google.com.br/grphp?client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;hl=pt-BR&amp;tab=wg">Grupos</a></span> <span class="gb1"></span> <span class="gb3"><a href="http://www.google.com.br/intl/pt-BR/options/" onclick="this.blur();gbar.tg(event);return !1"><u>mais</u> <small>&#9660;</small></a></span> <span class="gb2"><a href="http://books.google.com.br/bkshp?client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;hl=pt-BR&amp;tab=wp">Livros</a></span> <span class="gb2"><a href="http://www.google.com/calendar/render?hl=pt-BR&amp;tab=wc">Agenda</a></span> <span class="gb2"><a href="http://picasaweb.google.com.br/home?client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;hl=pt-BR&amp;tab=wq">Fotos</a></span> <span class="gb2"><a href="http://docs.google.com/?hl=pt-BR&amp;tab=wo">Documentos</a></span> <span class="gb2"><a href="http://www.google.com.br/reader/view/?client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;hl=pt-BR&amp;tab=wy">Reader</a></span> <span class="gb2"></p>
<div></div>
<p></span> <span class="gb2"><a href="http://www.google.com.br/intl/pt-BR/options/">e muito mais &raquo;</a></span> </nobr></div>
<div class="gbh" style="left: 0pt;"></div>
<div class="gbh" style="right: 0pt;"></div>
<p><br clear="all"><br />
<center></p>
<form action="/search" name="f">
<table id="frame" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td><img height="20" width="1"></td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div title="Firefox Start" style="background: transparent url(/images/firefox/sprite.png) no-repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial; height: 95px; margin-top: 21px; width: 430px;"></div>
</td>
<td style="overflow: hidden;" width="100%">
<div style="background: transparent url(/images/firefox/gradsprite.png) repeat-x scroll 0pt 0px; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial; height: 95px; margin-top: 21px; width: 100%;"></div>
</td>
<td>
<div title="Firefox Logo" {="" style="background: transparent url(/images/firefox/sprite.png) no-repeat scroll -440px 0pt; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial; height: 116px; width: 105px;"></div>
</td>
<td>
<div title="Firefox Logo" style="background: transparent url(/images/firefox/sprite.png) no-repeat scroll -545px 0pt; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial; height: 116px; margin-right: 4px; width: 15px;"></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#dddddd"><img height="1" width="1"></td>
<td width="100%">
<table cellpadding="0" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td><img height="1" width="40"></td>
<td width="100%">
<table cellpadding="0" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div title="Google" style="margin: 5px 0pt 4px 4px; background: transparent url(/images/firefox/sprite.png) no-repeat scroll 0pt -95px; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial; height: 23px; width: 80px;"></div>
</td>
<td width="40">&nbsp;</td>
<td nowrap="nowrap" valign="bottom"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td nowrap="nowrap"><input name="client" value="firefox-a" type="hidden"><input name="rls" value="org.mozilla:pt-BR:official" type="hidden"><input name="channel" value="s" type="hidden"><input name="hl" value="pt-BR" type="hidden"><input id="sf" maxlength="256" name="q" value="" size="50"><br><br />
                          <font size="-1">Pesquisar: <input id="all" name="meta" value="" checked="checked" type="radio"><label for="all"> a web </label><input id="lgr" name="meta" value="lr=lang_pt" type="radio"><label for="lgr"> p&aacute;ginas em portugu&ecirc;s </label><input id="cty" name="meta" value="cr=countryBR" type="radio"><label for="cty"> p&aacute;ginas do Brasil </label></font><br><br />
                          <input value="Pesquisa Google" name="btnG" type="submit"></td>
<td nowrap="nowrap" valign="top"><font size="-2">&nbsp;&nbsp;<a href="http://www.google.com.br/advanced_search?hl=pt-BR">Pesquisa avan&ccedil;ada</a><br><br />
&nbsp;&nbsp;<a href="http://www.google.com.br/preferences?hl=pt-BR">Prefer&ecirc;ncias</a><br><br />
&nbsp;</font></td>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td bgcolor="#b0b0b0"><img height="1" width="1"></td>
<td><img height="1" width="19"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table cellpadding="0" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<div style="background: transparent url(/images/firefox/sprite.png) no-repeat scroll 0pt -118px; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial; height: 34px; width: 48px;"></div>
</td>
<td valign="bottom" width="100%">
<div style="background: rgb(176, 176, 176) none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial; height: 1px; width: 100%;"><img height="1" width="4"></div>
</td>
<td>
<div style="background: transparent url(/images/firefox/sprite.png) no-repeat scroll -48px -118px; -moz-background-clip: initial; -moz-background-origin: initial; -moz-background-inline-policy: initial; height: 34px; width: 497px;"></div>
</td>
<td><img height="1" width="19"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<table cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td><br></p>
<table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td> <img alt="" src="http://www.google.com.br/images/firefox/light.png" height="50" width="40"> </td>
<td> <font size="-1">Gostou do Firefox? Milh&otilde;es de pessoas tamb&eacute;m. Ajude-nos a <a href="http://pt-pt.www.mozilla.com/pt-PT/firefox/community/">divulg&aacute;-lo</a>!</font> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> <br></p>
<table border="0" cellpadding="4" cellspacing="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td align="center" nowrap="nowrap"><font size="-1"><a href="http://pt-pt.www.mozilla.com/pt-PT/firefox/about/">Sobre Mozilla</a></font></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td><img height="1" width="19"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</form>
<p></center><br />
</body><br />
</html>
</p>
<p><a href="http://saopaulofutebolclubenet.blogspot.com/post/2008/04/20/yorgutee#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 02:47:30 +0100</pubDate>	</item>
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